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07/mar/2017

“SIM”, O CASAMENTO CONTINUA EM ALTA

Texto: Marisa Kaminski - Fotos: Edno Pilonetto

O “amor é fogo que arde sem se ver”, já dizia o poeta Luís de Camões. O verso foi emprestado pela música, pelo teatro e tantas outras manifestações culturais para descrever esse sentimento que une as pessoas. Oficializar essa união continua sendo o sonho de muitos casais, mesmo em meio à crise econômica do país. É o que mostram os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): em 2015, foram realizados 1.137.321 casamentos civis, representando um aumento de 2,8% em relação a 2014. Em Guarapuava, o instituto aponta que em 2015, o número de casamentos ficou em 670, quantidade que, segundo as séries históricas dos últimos dez anos, vem se mantendo de forma semelhante. A exceção fica por conta de 2014, quando 1.362 apaixonados disseram “sim”.

Ensaio pré-casamento da Aline e Alex em Faxinal do Céu-PR

Em todo Brasil, o dobro de casamentos em 2014 se deu, possivelmente, às uniões legais entre cônjuges do mesmo sexo, que aumentaram 15,7%, representando 0,5% do total de casamentos registrados. Reflexo da Resolução n. 175, de 2013, aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A resolução determina a todos os Cartórios de Títulos e Documentos no território brasileiro a habilitar ou celebrar casamento civil ou, até mesmo, de converter união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo. Em relação a 2013, as uniões civis entre cônjuges do mesmo sexo aumentaram 51,7%.

Detalhe do casamento da Aline e Alex, no Recanto das Pedras, em Guarapuava. Foto: Edno Pilonetto

O incentivo à oficialização das uniões consensuais por meio de casamentos coletivos, para fins de proteção da família e garantia dos direitos patrimoniais, sucessórios e previdenciários, decorrentes de parcerias estabelecidas entre as prefeituras, cartórios e igrejas, contribuíram, em grande medida, para o crescimento maior do número de casamentos oficiais em alguns estados brasileiros. As Regiões Sudeste e Centro-Oeste apresentaram taxa de nupcialidade legal acima da média brasileira. As Regiões Norte, Nordeste e Sul, taxas abaixo da média nacional.
Um termômetro de que casar ainda está na cabeça das pessoas, o mercado de eventos é um dos setores que mais movimenta a economia brasileira. Segundo a Associação Brasileira de Eventos (Abrafesta), o segmento de festas e casamentos movimenta R$ 16,8 bilhões ao ano. Adaptações ao cenário econômico e orçamentos flexíveis têm estado na pauta das empresas do setor. Capacitação de profissionais e serviços tem conseguido manter o casamento em alta no país. Em Guarapuava, o setor teve um avanço significativo nos últimos anos, como você vai ver nas palavras de quem trabalha para realizar esse sonho, na matéria que realizamos com a cerimonialista Maria Inês Guiné. Confira no link vou me casar por onde eu começo, aqui em nosso blog.

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